terça-feira, 26 de agosto de 2014

VERGONHA!!!!!!!!

Eu tinha varias paginas de indignação e vergonha pra falar sobre esta foto, porém uma imagem as vezes "fala" mais que mil palavras, então direi apenas que isso sirva de exemplo para que nossos filhos não trilhem tais caminhos!!! E por fim, deixarei o nosso ilustre ex ministro do STF Joaquim Barbosa com a palavra. 





























"O caráter de alguém para mim não esta na cara, na altura, na cor da pele, na força, ou na razão social.

Esta rara qualidade só existe em homens justos, dignos, que honram suas raízes e acima de tudo tem o seu valor. Nada nem ninguém pode comprar um homem integro e honesto.”


Joaquim Barbosa




terça-feira, 15 de julho de 2014

Agora vai! Othelino Neto cobra asfalto firmado em convênio para povoado de Monção

Othelino denuncia que a primeira parcela do
convênio já foi liberada e até agora nada
de iniciar as obras
O deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) cobrou da Prefeitura de Monção, na sessão desta terça-feira (15), a chegada de asfalto para o povoado Castelo, no município de Monção, que foi garantido por meio de convênio firmado com o governo do Estado. Segundo o parlamentar, a primeira parcela dos recursos já foi liberada e, até agora, não foi iniciada nenhuma obra.

“Há meses, o convênio foi assinado e a primeira parcela dos recursos foi liberada, mas, até agora, o asfalto não chegou ao povoado Castelo, que é o segundo, aliás, é o maior do município de Monção, onde se discute a possibilidade de emancipação. No entanto, infelizmente, apesar do convênio ter sido feito e do primeiro repasse ter sido realizado, a população ainda não teve o benefício da pavimentação asfáltica”, lamentou.

Segundo Othelino, a rua principal do povoado, que era a única que tinha asfalto, está totalmente esburacada. O deputado disse que recebeu de lideranças, por meio do Facebook, reclamação de cidadãos e cidadãs comuns de que, infelizmente, o benefício não chegou ainda àquele povoado.

O deputado conclamou a Prefeitura de Monção para que cumpra com o seu dever de aplicar os recursos que já recebeu para benefício da população. “Fica aqui a cobrança e até peço ao deputado Eduardo Braide (PMN) para que interceda, junto à Prefeitura, para que esses recursos possam atender ao seu objetivo que é a pavimentação do povoado Castelo e a melhoraria, naturalmente, da qualidade de vida daquelas pessoas”, disse.

DO BLOG DO GARRONE

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Aguenta Monção! A farra continua, mais contratos milionários da gestão Queiroz.

Monção, na visão de Queiroz de tudo se pode fazer. O povo e a justiça parecem estar inertes assistindo aos desmandos do desmantelo administrativo do seu governo. Como diz o ditado: "onde não tem onça, veado (animal silvestre) pula e escaramuça".


Esse foi o destaque de hoje no blog do Luis Cardoso:

















Mais um contrato com ‘suspeita’ de superfaturamento no município de Monção, há 243 km de São Luís.



A prefeitura, através do gestor João de Fátima Pereira, o “Queiroz’, firmou um mega contrato com a empresa L C P Farias e Cia Ltda.-EPP no valor deR$ 2.686.000,00 (Dois milhões, seiscentos e oitenta e seis mil reais). A prestadora de serviços vai receber essa quantia para locar veículos e máquinas pesadas para executarem trabalhos na cidade.

Nessa semana mostramos mais um valor altíssimo extraído dos cofres públicos direcionados a duas empresas. Em contratos distintos, ambas receberão em torno de R$ 3,5 milhões para fornecer materiais de ‘consumo’ e permanente ao município. (Reveja aqui a matéria)

Abaixo você vai ver a publicação do Diário Oficial do Estado do Maranhão, do dia 18 de Junho de 2014, com a resenha do contrato acima referido, para locação de veículos em Monção. Veja!

Informações do Blog do Luis Cardoso

terça-feira, 1 de julho de 2014

ABSURDO NOVAMENTE EM MONÇÃO


Mais de R$ 3,5 milhões são gastos pela Prefeitura de Monção com material de ‘consumo’ e permanente!


João de Fátima Pereira - Prefeito de Monção
Isso mesmo, você não leu errado, R$ 3.500.000.00 (três milhões e quinhentos mil reais) serão gastos pela prefeitura de Monção apenas com material de consumo e permanente. Como de praxe e acreditando que ninguém estaria vendo no dia 24 do mês de Junho, em pleno São João foi publicado no Diário Oficial do Estado do Maranhão mais este ato de desrespeito contra o povo de Monção!

Em contratos distintos, duas empresas vão receber um valor bem alto para fornecer materiais de ‘consumo’ e permanente ao município, algo em torno de R$3,5 milhões.

A primeira contratada foi a E. Marques Pereira ME. A empresa, que leva o último nome do prefeito de Monção, João de Fátima Pereira, citado no contrato, fica localizada na Cidade Operária em São Luís. Para ela, a Prefeitura vai pagar R$ 1.624.000,00 (Um milhão, seiscentos e vinte e quatro mil reais) pelo fornecimento de materiais permanentes às secretarias municipais durante oito meses.

A segunda empresa é a Euro Comércio de Eirele -ME, que vai receber um pouquinho mais que a outra: R$ 1.960.486,09 (Um milhão, novecentos e sessenta mil, quatrocentos e oitenta e seis reais e nove centavos). Esta vai fornecer ao município, durante oito meses, material de ‘consumo’ (???).



Os valores citados foram extraídos das resenhas de contratos publicadas no Diário Oficial do Estado do Maranhão, no dia 24 de Junho de 2014. Veja abaixo.

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Brasilia - Jovem que catava comida e livros no lixo se torna médico!

Ele tinha tudo para dar errado. Mas decidiu contrariar os paradigmas de um garoto pobre, negro e criado em meio à violência, drogas e alcoolismo. Cícero Pereira Batista tem 33 anos que podem ser triplicados pelas experiências que viveu. Após tirar literalmente do lixo sua esperança de uma vida melhor, hoje comemora a conquista do diploma de médico conquistado graças à obstinação, como ele mesmo define.

Foi na quadra 20 da QNL, mais conhecida como Chaparral e pelos altos índices de violência, que o então menino Cícero cresceu. Na época ainda era chamado de Juca pelos sete dos 20 irmão que conseguiram sobreviver à pobreza.

Quando tinha apenas três anos, o pai morreu e o futuro que já seria difícil se tornou pior. A mãe de Cícero encontrou no álcool a fuga para as mazelas da periferia que tomaram conta de sua casa. O irmão mais velho passou a traficar e usar drogas. Momentos que marcaram a mente de Juca.

— Meu pai, antes de morrer, pediu ao meu irmão mais velho que cuidasse de nossa família, mas ele não suportou. Ele se envolveu com as drogas e passou a usá-las dentro de casa. Isso aqui era cheio de gente drogada. Eu via meu irmão cheirando cocaína ao meu lado.

Em meio ao caos, Cícero buscou meios para sua própria subsistência. E o foi buscar no lixo o que comer. Entre lágrimas, ele lembra o que precisava fazer para comer e ajudar a irmã mais nova.

— Eu tinha que chafurdar no lixo para encontrar comida. E muitas vezes encontrava pedaço de carne podre, iogurte vencido, resto de comida que ninguém queria. Era aquilo que me alimentava. E no meio do lixo surgiu a minha oportunidade de uma vida melhor.

No meio aos restos, Cícero encontrava livros e discos de vinis velhos. Os livros passaram a ser o refúgio de tanta desgraça. Os vinis, a trilha de uma trajetória que ele jamais imaginava percorrer.

— Eu lia tudo que encontrava pela frente. Eram livros velhos manchados pelo chorume de lixeiras de supermercados, mas era a única coisa que eu tinha. Os vinis eu escutava na casa de um vizinho. Beethoven e Bach foram minhas inspirações.

A irmã de Cícero o matriculou na escola pública próxima a sua casa. Só conseguiu chegar ao ensino técnico graças à ajuda de professores e amigos. Decidiu fazer o curso de técnico em enfermagem que passou em segundo lugar na seleção feita pelo Cespe, banca que integra a UnB (Universidade de Brasília).

Ao concluir o curso logo veio a primeira vitória. Foi aprovado no concurso da Secretaria de Saúde para técnico em enfermagem e passou a trabalhar no HRT (Hospital Regional de Taguatinga). Mas ainda era pouco para quem estava acostumado com tanta dificuldade. Então ele buscou o que já procurava desde a infância. Passou para o vestibular de medicina em uma faculdade particular de Araguari.

Cícero estudava de segunda a sexta-feira e aos fins de semana tirava plantão de 40 horas no HRT. Não tinha outro jeito. Acabava perdendo as aulas da manhã de segunda, mas tinha a ajuda dos professores. O salário que recebia ia todo para o pagamento da mensalidade. Sobrevivia de doação e da própria determinação.

Como a rotina estava muito difícil, Cícero decidiu fazer o Enem e tirou nota suficiente para lhe garantir uma bolsa de estudos em uma faculdade particular do DF. Passou a estudar medicina no Gama onde enfrentou o preconceito racial e a rotina de estudos. Mas para quem trazia cicatrizes da infância, ser vítima de preconceito era apenas mais uma etapa a ser vencida.

— Eu nunca pensei em desistir. Meus companheiros sempre foram os livros e a música clássica me dava leveza de espírito para seguir em frente. Eu pensava que se Beethoven se tornou um dos grandes compositores da história eu também poderia me tornar um bom médico.

E deu certo. No dia 6 de junho deste ano, o menino Juca se tornou o Dr. Cícero Batista. Na formatura foi ovacionado por professores, colegas e os pais daqueles que costumavam discriminá-lo por ser negro e pobre.

Hoje faz questão de contar a própria história no lugar onde tudo começou. A casa ainda sem nenhum conforto na QNL 20 é o lugar que abriga a mãe e os livros achados no lixo e nas paradas de ônibus. Os planos agora são outros, mas sempre focados em dias melhores.

— Eu quero justificar a confiança que meus professores e meus amigos depositaram em mim. Por isso estou focado em me tornar um bom médico, dar uma vida melhor para minha mãe e depois me especializar em psiquiatria ou pediatria. Mas ainda penso estudar Direito, quem sabe.



FONTE: r7

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Justiça abre ação contra padrinho de casamento de Roseana Sarney por lavagem de dinheiro

ATUAL7

CASAL NOTA 10 Os afilhados de Cid Ferreira,
Jorge Murad e Roseana Sarney. Foto: Reprodução
A Justiça Federal de São Paulo abriu ação penal contra Edemar Cid Ferreira, ex-controlador do Banco Santos S.A. e padrinho de casamento da governadora Roseana Sarney (PMDB) e seu marido, Jorge Murad, o Jorginho, por lavagem de dinheiro por terem ocultado, entre novembro de 2004 e dezembro de 2008, a origem, localização e propriedade de bens e valores provenientes da prática de crimes contra o Sistema Financeiro Nacional.

A informação foi divulgada pela assessoria de imprensa do Ministério Público Federal (MPF), na última terça-feira (17). Além do padrinho do casal Sarney Murad, Márcia de Maria Costa Cid Ferreira e Eduardo Costa Cid Ferreira, mulher e filho do ex-controlador do Banco Santos também são acusados pela Justiça Federal do mesmo crime.

A denúncia foi feita pelo procurador do MPF, Silvio Luiz Martins de Oliveira, em 23 de abril deste ano. No dia 19 de maio, a Justiça aceitou a acusação e a família do padrinho de casamento de Roseana e Jorginho passou a ser ré no processo.

Entre os bens ocultados estavam obras de arte, como pinturas e esculturas, que teriam sido adquiridas por Edemar Cid Ferreira com capital desviado do Banco Santos. Posteriormente, as obras teriam sido integralizadas ao patrimônio da Cid Ferreira Collection, Empreendimento S.A., que tinha como sócio majoritário a Wailea Corporation, empresa offshore com domicílio fiscal nas Ilhas Virgens Britânicas.

 PADRINHO O ex-controlador do Banco Santos, Edemar Cid Ferreira.
Foto: Valor Econômico
Ainda segundo o Ministério Público Federal, em 2005, foram apreendidos na então residência do ex-banqueiro computadores com documentos e e-mails que indicam a remessa para o exterior de diversas obras de arte. Essas obras eram remetidas para fora do país e negociadas com compradores estrangeiros. Os valores recebidos teriam sido transferidos para contas correntes de terceiros mantidas no exterior em bancos estrangeiros.

Pela denúncia, tais movimentações são típicas compensações de créditos relacionadas a operações realizadas pelo padrinho de Roseana Sarney e Jorginho Murad no mercado nacional clandestino de câmbio.

Justiça mantém condenação de ex-prefeito de Pindaré-Mirim

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve a condenação criminal do ex-prefeito de Pindaré-Mirim (MA), Manoel de Jesus Alves da Silva Filho, por desvio de recursos repassados pelo Ministério da Educação (MEC) em convênio firmado no exercício financeiro de 1995.

O ex-prefeito já está cumprindo pena, no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, pelo crime de apropriação e desvio de recurso público (Artigo 1º, I do Decreto-Lei nº 201/67), em cumprimento ao mandado de prisão. Ele foi condenado a seis anos de reclusão em regime semiaberto e inabilitação no prazo de cinco anos para exercício de cargo ou função pública.

O desvio – o município de Pindaré-Mirim recebeu na gestão de Manoel de Jesus Alves da Silva R$ 40,5 mil proveniente do convênio firmado entre o município e o MEC, para garantir material tecnológico para 27 escolas municipais.

O ex-gestor prestou contas como se estivesse cumprido o objetivo do convênio, mas nenhuma escola recebeu os kits tecnológicos. Para a Justiça, ficou constatada a má-fé de Manoel de Jesus.

Embora o réu tenha recorrido ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) e, posteriormente, ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), seus recursos foram improvidos, mantendo-se a condenação imposta pela Justiça Federal do Maranhão.

(Com informações do G1MA)