sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Afinal, existe Conselho da Merenda Escolar em Monção? Queiroz continua fazendo a festa.

ISSO É APENAS O COMEÇO DAS DENÚNCIAS QUE FAREI NESTE BLOG.

Pra começar a mostrar os absurdos com o dinheiro público praticados na administração de Queiroz (prefeito), vale ressaltar alguns pontos: quem tinha o dever de fiscalizar a aplicação desses recursos o fez? Os maiores responsáveis pela fiscalização são o Conselho da Alimentação Escolar e do FUNDEB (de forma indireta).

Será que foram negligentes? Omissos? Condescendentes? Perguntas estão no ar....

O Blog mostrou em diversas matérias a falta de compromisso da gestão "Administrar com Respeito" em relação à merenda escolar dos alunos da rede pública municipal de ensino. Relembre alguns casos casos clicando no LINK 1, LINK 2, LINK 3

O Conselho de Alimentação Escolar - CAE, o Conselho do FUNDEB faziam o quê? Nada, é claro! Nunca se manifestaram nos momentos de agruras que viveram os alunos do município, principalmente no ano de 2013 e 2014. 

Eis a explicação para o Conselho da Merenda.

Não bastasse a inércia de seus membros que não exerciam as atribuições como conselheiros, existem fatos que deixavam dúvidas quanto a independência para atuar do Presidente do referido conselho, o professor Beneilton Cardoso Padilha, um dos entusiastas da campanha do prefeito Queiroz em 2012.

O que podia se esperar da atuação desse cidadão? 

Indo de encontro conta a orientação da Cartilha do FNDE, Beneilton assumiu um cargo comissionado no município. Essa prática é vedada ao conselheiro, nessa hipótese ele teria que pedir renúncia da função no referido conselho. Mas isso não foi o que ocorreu. Beneilton se serviu das benesses de um cargo comissionado em detrimento de seu silêncio por todo esse período.
Olha a prova que deixou, principalmente o presidente em silêncio por longo tempo. Depois não digam que falo demais.

Curiosamente, agora na reta final, resolve aparecer, fazer entender que está agindo, quando já deveria ter agido há tempos. Ou seja, depois que a consciência doeu, depois que foi destituído do cargo em comissão, resolve agir. Paciência!!!

Quanto ao conselho do FUNDEB, em outras postagens mostrarei as barbeiragens de Queiroz, mas que por amadorismo puro teve suas contas aprovadas por este conselho. São tão graves os acontecimentos, depois que alguém desse conselho vê...

VEJA O CONTRATO DA EMPRESA QUE PRESTOU SERVIÇO DE FORNECIMENTO DA MERENDA ESCOLAR EM 2013 E TIREM SUAS CONCLUSÕES. DEPOIS EM OUTRA POSTAGEM VOCÊS VERÃO OS ITENS QUE TINHA NESSA LICITAÇÃO.

VAI SÓ UMA DICA. O PREÇO DE UM PACOTE DE CUZCUZ DE 500 GRAMAS, DÁ PRA COMPRAR UMA MEIA DÚZIA EM QUALQUER QUITANDA DE MONÇÃO.






quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

STF confirma imunidade para vereadores!!!

Agora que o povo vai ver "loucuras"...

Para tribunal, eles não podem ser condenados judicialmente por afirmações feitas dentro da câmara municipal, ainda que ofendam alguém!


“Nos limites da circunscrição do município e havendo pertinência com o exercício do mandato, garante-se a imunidade do vereador”. Esta tese foi assentada pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), na sessão desta quarta-feira (25), ao dar provimento ao Recurso Extraordinário (RE) 600063, com repercussão geral reconhecida. Os ministros entenderam que, ainda que ofensivas, as palavras proferidas por vereador no exercício do mandato, dentro da circunscrição do município, estão garantidas pela imunidade parlamentar conferida pela Constituição Federal, que assegura ao próprio Poder Legislativo a aplicação de sanções por eventuais abusos.

VEREADORES DE MONÇÃO

O RE foi interposto por um vereador de Tremembé (SP) contra acórdão do Tribunal de Justiça local (TJ-SP) no qual, em julgamento de apelação, entendeu que as críticas feitas por ele a outro vereador não estariam protegidas pela imunidade parlamentar, pois ofenderam a honra de outrem. Segundo o acórdão, as críticas não se circunscreveram à atividade parlamentar, ultrapassando “os limites do bom senso” e apresentando “deplorável abusividade”.

A maioria seguiu o entendimento do ministro Luís Roberto Barroso, que abriu a divergência em relação ao voto do relator, ministro Marco Aurélio. O ministro Barroso explicou que, embora considere lamentável o debate público em que um dos interlocutores busca desqualificar moralmente o adversário, ao examinar o caso em análise, verificou que as ofensas ocorreram durante sessão da Câmara Municipal e foram proferidas após o recorrente ter tomado conhecimento de uma representação junto ao Ministério Público contra o então prefeito municipal e solicitado que a representação fosse lida na Câmara.

O ministro destacou que, ainda que a reação do vereador tenha sido imprópria tanto no tom quanto no vocabulário, ela ocorreu no exercício do mandato como reação jurídico-política a uma questão municipal – a representação apresentada contra o prefeito, o que a enquadraria na garantia prevista no artigo 29 da Constituição. “Sem endossar o conteúdo, e lamentando que o debate público muitas vezes descambe para essa desqualificação pessoal, estou convencido que aqui se aplica a imunidade material que a Constituição garante aos vereadores”, argumentou o ministro Barroso.

Ao acompanhar a divergência, o ministro Celso de Mello lembrou que o abuso pode ser objeto de outro tipo de sanção no âmbito da própria casa legislativa, que pode submeter seus membros a diversos graus de punições, culminando com a cassação por falta de decoro.

A ministra Rosa Weber observou que o quadro fático apresentado pelo acórdão do TJ-SP emite juízo de valor sobre o abuso que teria ocorrido na fala do vereador. Segundo ela, a imposição de uma valoração específica a cada manifestação de membro do Legislativo municipal retiraria a força da garantia constitucional da imunidade.

Ficou vencido o relator, ministro Marco Aurélio, que votou no sentido de negar provimento do RE, pois entendeu que as críticas não se circunscreveram ao exercício do mandato.

A decisão tomada no RE 600063 terá impacto em, pelo menos, 29 processos sobrestados em outras instâncias.


Informações do Supremo Tribunal Federal (STF)

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Tragédia - 3 irmãos (de Monção) morrem dentro de poço no Pará.

Eles tinham idades de 22, 27 e 29 anos.
Irmãos faziam a retirada de uma bomba d'água no interior do poço.




Veja a reportagem da TV local

video


Três irmãos morreram na noite desta segunda-feira (23) dentro de um poço de 30 metros de profundidade, no bairro JK, na periferia de Paragominas, no nordeste do Pará. Eles foram identificados como Ismael Cerejo Coelho, 22 anos, Evandro Costa Cerejo, 29 anos e Jeferson Costa Cerejo, 27 anos.

Segundo o Corpo de Bombeiros, dois deles estavam fazendo a retirada de uma bomba d'água que ficava no interior do poço, que tem um metro de diâmetro. Os moradores da área disseram que era comum os irmãos fazerem esse tipo de trabalho, já que o bairro não possui serviço de abastecimento de água e a própria população constrói poços clandestinos.

Na última noite, um dos irmãos segurava uma corda e o outro descia até o fundo do poço. Ainda de acordo com os bombeiros, há indícios de que um deles tenha desmaiado devido a inalação de gases tóxicos e o outro, que estava segurando a corda, teria se desequilibrado e caído.

O terceiro irmão, quando soube da tragédia, foi ao local na tentativa de socorrer os irmãos. Angustiado, ele também se desequilibrou e caiu dentro do poço.

A remoção dos corpos durou cerca de cinco horas devido à dificuldade de acesso ao local. Os corpos foram levados para o Instituto Médico Legal de Paragominas para a perícia.

O irmão que mora em Monção chama-se Everaldo!

Com informações: G1.

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Bomba, bomba e bomba! Blog mostrará os descalabros com dinheiro público da gestão QUEIROZ


É NITROGLICERINA PURA! 


O blog teve acesso a centenas de documentos oficiais da Prefeitura Municipal de Monção: processos licitatórios, notas fiscais, empenhos, comprovantes de pagamentos.

É a farra com o dinheiro público a perder de vista, superfaturamentos, dentre outros absurdos.

EM BREVE OS DETALHES....


Vem pra rua!

Quem não combate o mau é cúmplice!!!






























quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Monção - Educação tratada como lixo!!!

Após o município de Monção receber em 2014, acima de R$ 36.000.000,00 (trinta e seis milhões de reais) somente de FUNDEB e FPM a administração presta contas de uma reforma no valor de R$ 46.000,00 (quarenta e seis mil reais), ate ai tudo normal, se a escola não se encontrasse nas condições abaixo:

Escola do povoado Pedras onde foi gasto R$ 46.000,00
em uma reforma inexistente.

Outro absurdo acontece neste momento quando a proprietária de uma escola se viu obrigada a tomar uma atitude drástica ao suspender as aulas da referida  até que os aluguéis (que se encontram atrasados desde outubro de 2014) sejam sanados... 

Como mostrado na foto abaixo a proprietária informou a população, alunos e pais de alunos através de um cartaz afixado em frente a escola.

Imóvel privado porém alugado para a prefeitura onde funciona a escola ACC. 

Bloco EL EL ELÉTRICO promete arrastar multidões no carnaval 2015 em Monção!

Na preparação para a maior festa popular do mundo - o carnaval, encontra-se o empolgante e alegre bloco de Monção: o EL EL ELÉTRICO.

Em 2014, na segunda edição da brincadeira, reuniu milhares de pessoas, no domingo de carnaval em um conceituado espaço de shows da cidade. A iniciativa de reunir os amigos e simpatizantes para fundarem o bloco, partiu do professor Jesiel Araújo e de colaboradores.


Para 2015, espera-se, uma participação maior ainda, onde todos extravasarão de alegria, nessa que é a festa popular mais alegre do país.

NESTE ANO TERÁ O SORTEIO DE UMA MOTO ZERO QUILOMETRO

O bloco ÉL ÉL ELÉTRICO, preocupado com a segurança e bem-estar dos seus integrantes bem com da sociedade em geral, manisfesta a preocupação com a responsabilidade que todos devem assumir ao se divertirem:
  • Quem ingerir bebida alcoólica, não pode dirigir;
  • Diversão com respeito;
  • Evitar excessos;
  • Faça refeições leves.